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O sétimo dom do Espírito Santo é o TEMOR. Temer a Deus sem dúvida é o que tem feito a banda Sétimo Dom dar passos cada vez mais firmes em direção ao Pai.

A Banda surgiu da necessidade de atuação de jovens na paróquia São Paulo Apóstolo em Carapicuíba-SP. Com início em 2007 como ministério de música nas missas, fomos aos poucos formando nossa identidade, e isso despertou o interesse da comunidade em aproximar-nos dos jovens, colocando-nos a frente da animação de eventos voltados a este público. As oportunidades trouxeram aos integrantes a vontade e a necessidade de evangelizar não só na comunidade, mas fora dela também.

A formação atual, composta por Xande Santos, Thiago Lima, Luis Gustavo, Rafael Codeceira, Edu Sena e Natália Borssatto, tem hoje as raízes fincadas na fé, na palavra de Deus e principalmente no amor pela missão. O sonho de evangelizar com músicas que contam nossas próprias histórias de conversão, de intimidade e carinho com Deus, fazem de nossas vidas testemunhos para a juventude e para todo o público de dentro e fora da igreja. Levar àqueles que acreditam, um pouco mais de Deus, de Maria, da Igreja, e àqueles que ainda não conhecem, a vontade de estar próximo da realidade do amor verdadeiro.

Com uma musicalidade jovem, nosso projeto visa ser apoio no trabalho com a juventude católica, incentivo para que mais pessoas vivam próximas de Deus e da Igreja, baseando suas vidas na palavra e nos mandamentos, sendo a comunhão com Deus, combustível da nossa missão evangelizadora. Como músicos, nos realizamos a cada dia, pois conhecendo melhor a nossa verdade, conseguimos passar de forma muito particular o quanto nossa essência, que é jovem, pode (e deve) caminhar de mãos dadas com a Igreja.

A concretização dos planos que sonhamos com nosso Pai, se realiza através do CD “Olhos Fixos”. Trabalho desenvolvido pela Banda, com 12 músicas de composição própria, apoio de amigos e a poderosa Intercessão da Virgem Maria.


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"Conservemos os nossos Olhos Fixos em Jesus, pois é por meio dele que a nossa fé começa, e é ele quem a aperfeiçoa. Ele não deixou que a cruz fizesse com que ele desistisse. Pelo contrário, por causa da alegria que lhe foi prometida, ele não se importou com a humilhação de morrer na cruz e agora está sentado ao lado direito do trono de Deus”
(Hebreus 12:2)

RISADA integrante banda sétimo dom
RAFAEL integrante banda sétimo dom
EDU integrante banda sétimo dom

XANDE integrante banda sétimo dom
NAT integrante banda sétimo dom

BOB

Percussão

RISADA

Guitarra

Nascido e criado na cidade de Osasco, tive meu primeiro contato com a música aos 11 anos quando dei meus primeiros acordes em um violão velho.

Meus dedos doeram e eu logo desisti...

Dois anos depois estava sem fazer nada e vi o mesmo violão parado e comecei a arranhá-lo, conseguindo tirar dele o pior som que me lembro. Apesar de tudo, em pouco tempo aprendia minha primeira música com um primo que ja tocava.

Uma semana mais tarde, outra música, um solo, um toque diferente. Quando dei por mim, tocar, era a coisa que eu mais gostava de fazer.

Notava que tinha uma evolução rápida no instrumento. Não demorou muito para pedir a minha primeira guitarra para minha mãe...depois dessa guitarra, comecei a frequentar shows de rock, punk e ska, que era o primeiro som que corria nas veias, por influência de um tio que tinha uma banda neste estilo; aos 15 anos entrei na primeira banda e minha carreira profissional começava...tocava numa banda onde todos os outros integrantes tinham mais de 25 anos, frequentei casas de show lotadas e outras vazias. Minha primeira apresentação foi para 500 pessoas e ainda dei um autógrafo a uns garotos da mesma idade que eu. Aquilo para mim era o máximo, descobri o que eu queria para mim.

Essa banda teve fim, eu montei outra e caminhei firme seguindo a linha de som do punk e ska, até que recebi o convite do meu melhor amigo, Vinícius Biloto, baixista da Sétimo Dom. Entrei na banda pela amizade que tinha com ele, mas nem católico eu era. O tempo passou e um belo dia tivemos a oportunidade de abrir o show para um cantor carismático, hoje eu sei: naquele dia fui batizado no Espírito Santo! Dali em diante eu só pensava em ser daquele jeito! As outras bandas acabaram, comecei a tocar em grupos de oração, missas, virei coordenador de um ministério de música, fui convidado para tocar em diversos lugares e hoje só toco em compromissos na igreja.

VINI

Baixo

RAFAEL

Violão e Voz

Uma distração que se tornou profissão! Não sei dizer se essa foi a forma que Deus conduziu a música na minha vida ou a vida na minha música. Desde criança sempre gostei de ouvir, cantar e compor música, meus cadernos da escola eram praticamente divididos ao meio pelas matérias e por rabiscos de composições. O novo sempre me atraiu, uma de minhas maiores diversões era descobrir novas bandas e ritmos mexendo nos discos e fitas do meu pai.

Na adolescência o estilo musical que mais ouvia era o samba e o pagode; foi então que aos 16 anos ganhei meu cavaquinho. Todos em casa achavam que logo desistiria (eu também), mas aos poucos fui ganhando mais intimidade com o instrumento. Devido o grande interesse por ele comecei a pesquisar mais sobre o ritmo, até que cheguei ao choro. Foi amor à primeira vista! Waldir Azevedo, Pixinguinha, Jacob do Bandolim aquela riqueza harmônica me fascinava. Com a base do cavaquinho consegui montar meus primeiros acordes no violão e aprofundar-me ainda mais no estudo da harmonia. A convite do amigo Vinícius Biloto comecei a tocar em uma banda de forró pé-de-serra (banda essa que o amigo Edu Sena também veio a participar posteriormente rs). Essa banda foi uma escola para mim; por conta dela aprendi a tocar guitarra, gaita e rabeca, nela também foi o início de minhas primeiras atividades como arranjador.

Tempos depois a banda acabou e eu comecei a atuar como catequista de crisma, porém isso para mim não era o bastante, não satisfeito, me convidei a tocar com o Edu em uma equipe de louvor que animava as missas de nossa paróquia. Acredito que a partir desse momento Deus traçou novos rumos para minha caminhada. Pois a partir daí conheci o Xande, amigo e parceiro de composições. Acreditei em sua proposta e comprei a ideia de iniciar um trabalho que transcendia os muros da paróquia. Surgiu assim a banda Sétimo Dom!

Meu principal objetivo dentro dessa grande família que hoje é o Sétimo Dom é mostrar aos jovens que é possível sermos jovens, fazer as coisas que todos os jovens fazem mantendo a alegria e valores ensinados por Cristo.

Acredito que antes de sermos santos, precisamos ser humanos.

XANDE

Teclado e Voz

Sou eu, o menino, que aos 2 anos de idade já se pendurava na antiga vitrola para ouvir as músicas que a mãe colocava.

Assim foi minha infância, embalada pelo som do Rock dos anos 80, do sertanejo e da música romântica, do pagode, do house, entre outras. Tudo, influência da minha mãe, do meu pai e dos meus irmãos mais velhos, que me fizeram crescer na música sem ter, até então, nenhum músico na família.

Esse dom ficou adormecido por muitos anos, até o dia que fui trabalhar perto da Rua Teodoro Sampaio em São Paulo (aí que tentação) e comprei meu primeiro instrumento, uma guitarra! Depois comprei uma bateria pro meu irmão mais novo, o Konga, e a partir daí, foi um pequeno passo para minha primeira experiência com uma banda. Foi legal, a banda se chamava Insert Coin (do fliperama, lembram?), eles procuravam um baterista: meu irmão (que já se mostrava bom). Mas acabaram me levando junto, minha guitarra não serviu de nada, pois a banda já tinha duas guitarras; então a troquei por um baixo e entrei na banda!

Com o tempo assumi os vocais, foram 4 anos de Punk Rock. Depois vieram outras experiências: a melhor delas com a banda Vertical, que me rendeu muitas amizades e experiências musicais maravilhosas como gravações, ensaios, shows; uma rotina de músico mesmo. Durante esse período, vi muita coisa errada, mas testemunhar que Deus me livrou das drogas, do álcool entre outras coisas, isso eu não preciso! Ele sempre esteve ao meu lado e eu sabia! E foi graças a Ele, e à alguns amigos, que fui pra Igreja. Parecia tarde, 21 anos de idade! Mas, nunca é tarde, não é?

Durante muito tempo, fui levando a minha vida no grupo de Jovens da Paróquia São Paulo Apóstolo, na COHAB de Carapicuíba, junto com a Banda Vertical (parecia que éramos a única banda da cena que rezava o pai nosso antes de subir no palco). Com o tempo, vieram as oportunidades de tocar na missa, a partir daí, veio a paixão pela música Católica. Que riqueza! Tudo no seu devido lugar. Toquei bastante, inclusive meus amigos da banda também tocavam comigo. Após o fim da banda Vertical, assumi compromissos maiores com a minha comunidade, esse envolvimento me trouxe uma intimidade maior com Deus, por isso ousei compor e a vontade de cantar aquilo que Deus me dizia estava cada vez maior. Ainda bem que eu tenho amigos que abraçam e acreditam nas loucuras que vem da minha cabeça. Obrigado Sétimo Dom!

Hoje sou ainda um menino que crê e persevera. Basicamente um cantor, (que fez bastante aula de canto com André Fraga e Luciana Castro, que participou da Oficina Viva com Ziza Fernandes e se formou técnico em Canto pela ETEC de Artes de São Paulo), instrumentista, nem tanto. Um ser vivo, apaixonado pela música e muito grato a Deus por ter me escolhido.

... e mesmo que o tempo estiver contra mim, sou pássaro a favor do vento...”

NAT

Voz

Acredito verdadeiramente que minha história com a música foi escrita por Deus.

A música sempre esteve presente e sempre marcou muitos momentos em minha vida e a minha conversão total à igreja e ao catolicismo não poderia ter sido através de outros meios.

Cursei piano clássico, coral, música de camara dos 7 aos 14 anos. A fase de adolescencia me afastou dos cursos, pois muitas outras coisas passaram a ser mais "interessantes", e eu deixei as aulas para trás.

Durante este processo, aos 12 anos, no batizado do meu irmão mais novo, eu tive meu primeiro despertar para a igreja, quando fui convidada a ficar na missa e entrar com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, exatamente no dia dela.

Fui tomada por grande emoção e daquele dia em diante, passei a frequentar as missas todos os domingos. Ao passar dos tempos houve o despertar para os sacramentos e os recebi em seguida. Isso tornou mais íntima e respeitosa minha relação com as coisas do alto.

Após anos frequentando as missas, fui convidada por minha mãe a visitar um grupo de oração. Eu jamais senti algo parecido com aquilo, as músicas invadiram meu coração de uma maneira tão profunda, que em poucos minutos ali dentro da igreja eu ja me via rendida às lágrimas e ao sentimento de amor puro que jorrava do coração de Deus naquele lugar.

Como não poderia deixar de ser, passei também a frequentar sempre que possível o Grupo de Oração e aquelas músicas passaram a dividir minha atenção entre tudo o que me rodeava. Aos 15 anos, exatamente no dia do meu aniversário eu recebi de presente um convite para compor o ministério de música do Grupo de Oração. Eu aceitei sem titubear e sequer imaginava do que se tratava.

As experiências vividas e todas as promessas de Deus passaram a acontecer de forma extraordinária em minha vida, em torno de todos que frequentavam o Grupo de Oração e simplesmente não consigo mais viver sem isso.

Em Setembro de 2010 houve o convite por parte da Banda Sétimo Dom para caminhar com eles e daí em diante o sonho da música se fortaleceu ainda mais. Comecei a frequentar os ensaios, aprender as músicas em ritmo acelerado pois o CD já estava nos planos e daí em diante corríamos contra o tempo para fazer acontecer.

O sonho que era deles passou a ser meu, e nosso sonho de fato foi sonhado antes por Deus e o CD esta aí pra que todos possam ver e ouvir o que Deus fez por mim.

Viver pra cantar e cantar pra Deus! Trazer nossa música para a realidade e o cotidiano de crianças, jovens, adultos, idosos e inserir a paz assim como outrora aconteceu comigo.

De que forma tudo isso aconteceu, nem nós sabemos ao certo como distinguir... apenas confiamos!

"...preparou-me pra missão e do mal me livrará".

EDUARDO SENA

Bateria e Voz

Não consigo imaginar a minha vida sem música. Sempre gostei de cantar junto com o rádio e principalmente acompanhar as músicas "batucando" em alguma coisa, daí descobri um dos meus dons: tocar bateria.

Ingressei na Igreja Católica quando pequeno para fazer o curso para a primeira eucaristia. Naquela época já batucava nos bancos da Igreja durante as missas acompanhando a equipe de canto. Depois de minha 1ª comunhão, fui convidado a participar de uma das equipes e não sai mais da vida musical na Igreja. Além de tocar também cantava um pouco.

Depois de anos dedicados a animar as celebrações e missas, fui convidado pela equipe do grupo de jovens para um "extra" em uma missa, a equipe era nova e não tinha baterista. Depois de um tempo, mais uma "participação extra" e assim acabei ficando na equipe. Surgiu então a vontade de montar algo maior que pudesse ir além das celebrações. Formamos então a Banda Sétimo Dom.

Hoje, participo da banda, toco nas missas e estudo bateria nas horas vagas pra me aprimorar mais e também aprender técnicas novas. A participação nas missas todo Domingo é uma das coisas que não podem faltar pra fortalecer a minha caminhada, assim como a motivação vinda da família e dos amigos.

Meu objetivo, assim como de todos os integrantes, é poder compartilhar um pouco da nossa vivência católica, levar a palavra de Deus e usar os nossos dons a serviço dos céus, aprender muito com as experiências e ir a todos os lugares levando nossa música e nossa oração.

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